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Eliahu Yehuda Israel Z"L: Tzadik Gamur
Por Yehuda Benguigui
 
O Sr. Elias Leão Israel z’l, era considerado um “Tzadik Gamur”- um justo completo. Era uma figura humilde que impunha respeito por sua presença,  inspirando reverência e reconhecimento de seus pares.

Foi um dinâmico ativista comunitário, continuador da obra de seu pai, um pioneiro na organização comunitária judaica no Pará. Foi um talentoso educador - um talmid-chacham que tinha prazer em ensinar o que sabia (i), shaliach-tzibur, filantropo - conhecido por suas inúmeras obras de caridade e de “tzedaká basseter”- doações em segredo, além de cumprir a risca a mitzvá de “hach’nassat orchim”- receber bem os hospedes.  Shomer Shabat - respeitava integralmente as leis referentes à guarda do Shabat e não media sacrifícios para preservar o kashrut, apesar das inúmeras dificuldades nessa época em Belém.  Todos esses atributos, levaram a comunidade judaica do Pará - à qual ele tanto dedicou-se em vida - a conferir-lhe o merecido ‘kavod” - honra - de ser enterrado no assentamento dos “tzadikim” – justos, no antigo cemitério israelita de Belém.

O Sr. Elias Leão Israel z’l, nasceu em Belém Pará, em 28 de fevereiro de 1876 e era filho de Leão Elias Israel z’l e Phoeby Israel z’l (i).

Era a época do “ouro negro” – o ciclo da borracha - e a Amazônia gozava de grande opulência, com marcante influência européia. O Sr. Leão, que chegou ao Pará em 1870, se constituiu em uma das famílias abastadas entre os judeus que começaram a radicar-se na Amazônia, vindos a maioria deles do Marrocos, sendo o Sr. Leão, cidadão inglês que ao que consta vindo diretamente de Gibraltar ao Pará, e aqui prosperando em vários negócios.

Dessa forma, como era costume nessa época entre as famílias abastadas, Sr. Leão e D. Phoeby enviaram seu filho Elias, ainda na adolescência a estudar, primeiro em Tetuan, para absorver na fonte os valores culturais e espirituais da rica tradição sefaradita marroquina e posteriormente, em Londres, aproveitando-se dos vínculos com os parentes do Sr. Leão Israel, na Inglaterra, onde o jovem Elias seguiu sua preparação para vir a substituir seu velho pai em várias de suas atividades empresariais e comunitárias...

Enquanto isso, o Sr. Leão Israel z’l, se dedicava a suas atividades como homem de negócios sendo possuidor de um próspero armazém que era um dos grandes fornecedores a todos aqueles que se dirigiam ao interior com seus empreendimentos tanto no beneficiamento de borracha quanto de outros produtos de grande valor no mercado internacional nessa oportunidade, beneficiado pelo grande volume de moeda circulante nessa ocasião na Amazônia pelo já mencionado ciclo da borracha.

Mas, havia algo que incomodava o Sr. Leão Israel desde que se radicou em Belém: apesar do constante fluxo migratório de judeus chegando e deslocando-se ao interior da Amazônia, não havia uma infraestrutura comunitária estabelecida. O incomodava sobretudo as deficiências no culto, nos socorros espirituais, na representatividade comunitária, cemitérios, uma forma desorganizada de caridade aos necessitados etc.

Dessa forma, a organização comunitária judaica do Pará, se inicia praticamente com um memorial firmado pelo Sr. Leão Israel, na qualidade de “Protetor” da recém fundada “Sociedade do Exercício da Caridade de Israel” - Hebrat Guemilut Hassadim shel Rebi Shimon Bar Yochay, no dia 20 de Abril de 1890, que foi fundada pelo Sr. Leão, como uma forma de iniciar um processo de vida comunitária, como a existente na Europa e nas comunidades do Marrocos. Firmam também essa carta manifesto, atendendo ao chamamento do Sr. Leão Israel, as seguintes personalidades: Rabi Fortunato d’Avila z’l, Sr. Isaac Bensimon z’l, Sr. Jacob Sabah z’l, Sr. Jacob M. Bensimón z’l, Sr. Abrahão Zagury z’l e Sr. Michael Israel z’l (filho do Sr. Leão Israel) – (l).

Posteriormente, em 1903, foi fundada a “Congregação Hebraica do Pará”, cujos estatutos foram aprovados em 28 de setembro de 1903. Consta nesse estatuto que a recém Congregação estabelecida, absorveu todo o capital do saldo de caixa da Sociedade Guemilut Hassadim e as contas a receber da mesma ( artigo VIII, inciso primeiro), como instituição a dar continuidade as atividades comunitárias (e).

Em 20 de Junho de 1918 foi formado o “Comitê Israelita do Pará”, que por sua vez substituiu a Congregação Hebraica, que finalmente originou o “Centro Israelita do Pará”. Assim, o Sr. Leão Elias Israel z’l, foi sem dúvida o artífice da organização comunitária judaica do Pará, dando origem ao processo como temos neste momento organizada a comunidade (d).

Outra preocupação do Sr. Leão, era a questão do culto judaico. Consta que as duas sinagogas haviam sido fundadas em Belém, respectivamente em 1823 (Esnoga Eshel Abraham) e em 1826 (ou 1822) a Sinagoga Shaar Hashamaim (b,c). Entendemos que o Sr. Leão Israel ao chegar em Belém em 1870, encontra uma situação de grande deficiência com o culto e as praticas das tefilot - orações e é assim, que se dedica a estruturação da Sinagoga Shaar Hashamaim, do qual é considerado um grande pioneiro por haver ajudado a estruturar as bases desse Templo, que no início do século, funcionava na Rua da Industria (atual Tv. Gaspar Viana), no Bairro do Comércio. Por esse fato, muito justamente, nas dependências da Sinagoga Shaar Hashamaim, na Arcipreste Manuel Teodoro (quarta e definitiva localização do Templo), foi fixado para a posteridade a placa em homenagem dessa condição de pioneirismo do Sr. Leão Israel e posteriormente, similar homenagem ao continuador, Sr. Elias Leão Israel (h,j,m).

Durante todo o tempo que permaneceu no Pará, o Sr. Leão continuou ligado à sua antiga congregação em Gibraltar, inclusive participando como um dos colaboradores, que mereceu destaque no relatório e conta corrente da Sociedade “Hozer Dalim” de Gibraltar do ano de 5659 – 1899 (f).

Logo depois do regresso do jovem Elias Leão Israel, de seus estudos em Tetuan e Londres, com a idade de 22 anos, no início do ano de 1898, o velho patriarca Leão Israel, anunciou seu regresso a Londres, quando o acompanhou seu filho, Michael Leão Israel. Permaneceram em Belém, seus outros dois filhos, Moyses Leão Israel z’l e Elias Leão Israel z’l e a sua filha Zahra z’l.

Em 3 de Outubro de 1898, o Sr. Leão Israel, enviou uma “carta testamento” a seus filhos, dando todas as instruções como queria não só a administração de seus negócios, que deixava em mãos de seus filhos, mas principalmente recomendações de ordem moral e espiritual. A paz que deveria prevalecer entre os irmãos e toda a família e o trabalho comunitário que deveriam continuar...(h).

No ano seguinte, seu filho Michael Leão Israel, escreveu uma carta desde Londres, datada de 6 de Dezembro de 1899 (cujo original é cuidadosamente preservado pela família Israel), dirigida a seu primo Isaac J. Benzaquen z’l. Nessa carta, pede que o primo seja porta voz a seus irmãos, da triste notícia do falecimento do Sr. Leão Israel, em Londres, no dia 5 de Dezembro de 1899 (h).

A partir dessa data os irmãos assumem os negócios da família, bem como o legado comunitário de seu pai Leão Israel.

Logo, o Sr. Elias Leão Israel, despontou como o verdadeiro líder, patriarca da família e ativista comunitário.
Em primeiras núpcias, o Sr. Elias foi casado com D. Hanna Israel z’l, com quem não teve filhos. Em segunda núpcias, casou-se com D. Sol Maman Israel z’l, com a qual teve três filhos: Moyses Elias Israel z’l, Leão Elias Israel e Isaac Elias Israel.

Elias Israel, foi um ativista comunitário que não media sacrifícios para que suas metas fossem alcançadas. Continuou as atividades nas Organizações comunitárias fundadas por seu pai e dirigindo a Sinagoga Shaar Hashamaim em vários cargos, como seu Presidente no período de 1909 a 1912 e posteriormente, como seu Secretário e Tesoureiro.

Sua casa, sempre esteve aberta para hospedar os conterrâneos, em especial os marroquinos que chegavam no Pará, muitos deles fazendo conexão para continuar viagem para as cidades e vilarejos do interior do Estado do Pará e da região amazônica em geral. Foi assim, que lhe ocorreu, fundar, juntamente com D. Sol - em uma das casas de sua propriedade, na Tv. Padre Prudêncio - um educandário, a princípio com características de internato, pois assim, os membros da comunidade que se radicavam no interior podiam deixar seus filhos, não se preocupando com a educação dos mesmos, tanto laica, quanto judaica. Posteriormente, o educandário veio funcionar simultaneamente como internato e externato, a fim de beneficiar também os filhos dos membros da comunidade radicada em Belém, já que se tratava de uma escola primária legalizada, com um competente quadro de professoras, dirigidas por D. Sol (h,i).

Nessa época, o Sr. Elias fez uma viagem à Terra Santa, pois ansiava visitar Jerusalém, Hebron e Tzefat. Consta que desta viagem, trouxe um saquinho contendo terra de Jerusalém, que ele pessoalmente recolheu e deixou instruído a seus filhos que o utilizassem depositando em sua keburah – sepultura, quando viesse a falecer. Nessa viagem fez inúmeros contactos com chachamim e vários Rabinos de Yeshivot, com os quais se correspondeu por muitos anos e enviava periodicamente suas “nedabót” - contribuições.

O Sr. Elias procurando seguir os passos de seu pai, tratou de manter um equilíbrio entre suas atividades empresariais e a dedicação às causas comunitárias. Nesse período de grande transformação social no Brasil, ocorreu que a borracha deixou de ser o “ouro negro” o fluxo de moeda diminuiu na Amazônia e em conseqüência os negócios declinaram a tal ponto, que teve de encerrá-los.

Foi assim, que em 1918, com a liquidação de seus negócios, o Sr. Elias passa a dedicar-se exclusivamente às atividades religiosas. Assumiu toda a responsabilidade pelo ensino judaico do educandário de D. Sol, tanto o Hebraico como o ensino da religião, meldar, perashiót, etc. Nesse mesmo ano, assume as funções de Shaliach Tzibur da Sinagoga Shaar Hashamaim, que nessa época tinha acabado de passar, em 1917, da Rua da Indústria para um sobrado no Largo da Trindade. Com sua marcante humildade, ele não teve nenhum constrangimento em assumir as funções remuneradas de Shaliach Tzibur, do mesmo Templo, que alguns anos antes, havia sido seu Presidente e benfeitor.

Possuía uma respeitável biblioteca inclusive com inúmeros livros raros, verdadeiras relíquias, como por exemplo o Hebraico Caldeu de termos talmúdico rabínicos, datado de 1629, que a família Israel generosamente ofertou à Biblioteca do Departamento de Ciências Humanas da Universidade Hebréa de Jerusalém.

Consta, que o Sr. Elias fez construir um “mikvê” - instalação para banho ritual, nas dependências de sua casa na Padre Prudêncio, e que no caso foi o primeiro construído em Belém.

Enquanto isso, dava ordens a seus familiares para que destruíssem os inúmeros livros de “contas a receber” de seu negócio, pois em sua “chassidut” dizia, que como ele fechou a empresa, não cabia mais receber nada de seus devedores.

Em 1931, depois de 14 anos, a Sinagoga Shaar Hashamaim volta a mudar de endereço e passa a funcionar na Tv. Frutuoso Guimarães (último endereço transitório, antes de passar às magníficas instalações definitivas, na Arcipreste Manuel Teodoro, em 1940).

O Sr. Elias Israel, continuou a oficiar como Shaliach Tzibur na Tv. Frutuoso Guimarães, durante 18 anos consecutivos, até o ano de 1936, quando adoeceu e faleceu no dia 13 de Novembro de 1936 – 28 de Hesvan de 5697.  Faleceu precocemente, com a idade de 60 anos.

Consta, que quando já estava enfermo, pediu para falar com o Sr. Jacob Messod Benzecry z’l, Presidente da Sinagoga Shaar Hashamaim, na ocasião e líder comunitário, bem como com o Sr. Isaac Tobelem z’l, administrador da Sinagoga. Preocupado com a continuidade dos serviços religiosos e de oficiante do Kahal, recomendou que contatassem com o Sr. Marcos Alves z’l, que nessa época residia em Alenquer, a que viesse assumir essas funções, pois o reputava como qualificado para tal (a,h).

Foi nessas circunstâncias, que os dirigentes comunitários decidiram que o Sr. Elias Leão Israel z’l, por sua trajetória teria o “zechut” - merecimento de ser enterrado no assentamento dos “tzadikim”, no antigo cemitério israelita de Belém (i, h).

A matriarca, D. Sol Maman Israel z’l, que dirigiu por muitos anos a escola com internato e externato,  promovia em sua casa na Padre Prudencio, as Hilulót de Rebi Shimon Bar Yochay e Rebi Meyr Baal Hanés, com os respectivos “meldados” e que contavam com grande participação. Faleceu cercada de seus filhos, noras e netos em 13 de Outubro de 1976 – 12 de Tamuz de 5734.

Seus filhos continuaram a trajetória de seus antepassados, honrando a memória de seus ancestrais. O Sr. Moyses Elias Israel z’l, bacharel em Direito, não se casou nem deixou descendentes, mas foi um membro ativo na comunidade, assíduo freqüentador da Sinagoga Shaar Hashamaim, conhecido por grande humanidade e abraçando inúmeras causas em defesa do Povo Judeu.

O Sr. Leão Elias Israel, casado com a Sra. Alice Aben-Athar Israel, teve cinco filhos (Sol Esther, Amélia, Lúcia, Elias e Elizabeth), todos casados, sendo que três de suas filhas residem em Israel.  Uma filha, é casada com o Rabino Yossef Benzecry, um dos Rabanim do Beit Chabad do Brasil. O Sr. Leão, igualmente um membro ativo da comunidade, freqüentador assíduo da Sinagoga Shaar Hashamaim e durante muitos anos teve suas atividades comerciais e profissionais associadas a seu irmão Isaac.

O Dr. Isaac Elias Israel, casado com a Sra. Messody Serruya Israel, teve quatro filhos (Sol, Elias, Morse e Myriam), todos residentes no Brasil. Isaac, é formado em Odontologia, havendo praticado a profissão por cerca de dez anos. Foi Despachante Estadual e desde 1966, passou a atuar no ramo de Farmácia e Juiz Classista do Trabalho entre outras inúmeras atividades. Na comunidade, Isaac é membro atuante e se desempenhou como Presidente da Sinagoga Shaar Hashamaim em vários mandatos. Foi um constante lutador pelo ensino judaico, havendo apoiado a Profa.  Ruth Hamú Shalem (filha de nosso saudoso Rabino Abraham Hamú z’l) a desempenhar-se como professora de Hebraico, Cultura Judaica e Halachot nas salas no anexo da Sinagoga em uma de suas gestões como Presidente da Sinagoga. Tive o privilégio de ser um dos alunos da Profa. Ruth nos anos 60, com o Dr. Isaac como diligente responsável pelo curso de Hebraico. Outra de suas bandeiras, foi a carne Kasher, quando foi um aliado incondicional do Rabino Hamú nessa empreitada.

Dentre os filhos do Dr. Isaac, Elias Isaac Israel, é um competente colega médico, cardiologista de especialidade, radicado em São Paulo, onde freqüenta o Beit Chabad Central, naquela capital.

Morse Shimon Israel, seguindo os passos de seus antepassados, é membro ativo da comunidade, havendo participado em várias gestões da Diretoria da Sinagoga Shaar Hashamaim, do Centro Israelita do Pará, além de ser um Hebrí atuante e membro do Conselho Consultivo do “Jornal Amazônia Judaica”.

Nestes 133 anos em que a família Israel se instalou na Amazônia, depois que o pioneiro Leão Elias Israel z’l aportou no Pará, gerou do ramo que permaneceu no Brasil, cerca de 60 descendentes. Vários de seus bisnetos, estudam em Yeshivot e se dedicam as causas do judaísmo, no Brasil e em Israel, honrando portanto a memória dos Patriarcas da Familia Israel.

O nome Israel, tem origem bíblica. É considerado um nome místico, dado ao Patriarca Yaakov Avinu no episódio da luta que teve com um malach - anjo (Bereshit XXXII, 28). São encontradas várias grafias como sobre-nome, como Içrael, Yisrael, Al Israeli e a mais comum, Israel (b,c,n).

Alguns nomes ilustres da família Israel na história do judaísmo marroquino:
. Rebi Yicham Israel z’l- chacham considerado milagroso, enterrado en Aqua, no Sul do Marrocos, conhecido como “Hatzadik Baal Hamáim”- o Santo do Manancial - por uma fonte de água corrente que jorra perto de seu túmulo.

. Rebi Meir Israel z’l, rabino, membro do Beit Din - Tribunal Rabínico de Fez, a capital do Reino do Marrocos, na primeira metade do século XX.

. Rebi Ytzchak Ben Salomon Al-Israeli, foi rabino, astrônomo, filósofo e médico, nascido no Egito em 932. Se tornou célebre por suas obras filosóficas, de exegese rabínica, medicina e astronomia. Muitas de suas obras médicas foram traduzidas ao latim e a autoria usurpada pelo monge Constantino de Cartago, em 1087. Consta, que somente mais de quatro séculos depois, que foi descoberto o plágio e as mesmas voltaram a ser publicadas com uma homenagem póstuma ao autor, com o nome de “Opera Omnia Isaci”. Várias de suas obras estão atualmente disponíveis em Hebraico e em espanhol.

. Rebi Moshé Israel z’l, nascido em Jerusalém, morreu em Alexandria em 1740. Enviado para recolher “nedabót” - contribuições para a comunidade de Tzefat, visitou Rodes e acabou voltando a esta cidade, onde foi nomeado Grão-Rabino em 1715. Posteriormente, voltou a fazer uma longa peregrinação pelas comunidades da Itália, Holanda e Marrocos. Finalmente radicou-se em Alexandria, no Egito, onde findou seus dias. Foi autor de vários livros de “responsa” – perguntas e respostas, publicadas em Constantinopla entre os anos de 1734/35.

Referências Bibliográficas:

a-      Benguigui, Yehuda – “Marcos Alves: O Patriarca da Família Elbaz”- Em: Jornal Amazônia Judaica, Ano I, Edição número 9, Dezembro de 2002, Belém, Pará.
b-     Bentes, Abraham Ramiro – “Das Ruínas de Jerusalém à Verdejante Amazônia – Formação da Primeira Comunidade Israelita Brasileira”, Edições Bloch, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1987.
c-      Bentes, Abraham Ramiro- “Primeira Comunidade Israelita Brasileira – Tradições, Genealogia e Pré-História”, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1989.
d-   Comitê Israelita do Pará – “Regulamento interno da Secção de Socorros Espirituais – Hebrá Guemilut Hassadim”, Pará, Belém, 5682 – 1922 (*).
e-    Congregação Hebraica do Pará – “Estatutos”, Belém, Pará, 1903 (*).
f-     Gabbay, Israel – “Informe y Cuenta Corriente de la Sociedad Hozer Dalim en su Aniversario Trigesimo Tercero”, 5659 – 1899, Gibraltar (*).
g-    Israel, Elias Leão – “Relatório da Receita e Despesas da Sinagoga Shaar Hashamaim, do Período 1909 -1912 ( 5670 – 5672)”, Belém Pará , 1912(*).
h-    Israel, Isaac Elias – “Entrevistas, depoimentos e exame de acervo histórico familiar”, Belém Pará, Março 2003.
i-      Obadia, Inácio – “Elias Leão Israel – Judeu Temente a D-us, Educador e Homem Comunitário”,  “Jornal Hamercaz”, orgão informativo do Centro Israelita do Pará, Ano I, Número 4, Belém Pará, Abril de 1996.
j-     Sinagoga Shaar Hashamaim – “Estatutos”, Belém Pará, 1911 (*)
k-    Sinagoga Shaar Hashamaim – “Estatutos aprovados em Assembléia Geral realizada em 12 de Maio de 1943”, Belém Pará, 1943 (*).
l-      Sociedade Guemilut Hassadim shel Rebí Shimon Bar Yochay – Exercício da Caridade de Israel – “Estatutos e Carta-Convocatória, publicados pelo Sr. Leão Elias Israel z’l”, Belém Pará, 1890 (*).
m- Tobélem, Reuben – “Shaar Hashamaim e seus Fundadores”, no “Jornal Judaísmo do Norte”, Ano I, Número 1, Belém Pará, 1973.
            n-  Toledano, Joseph “La Saga des Familles – Les Juifs du Maroc et  leurs noms", Editions Stavit, Tel Aviv, Israel, 1983.
(*)- Originais pertencentes ao acervo de documentos históricos da família Israel, gentilmente cedidos por Dr. Isaac Elias Israel e Sr. Morse Shimon Israel.

  
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